Websites offline com Google Gears e Greasemonkey
Esbarrei em um interessante artigo/tutorial sobre como usar o Greasemonkey para injetar o Google Gears em websites que não oferecem suporte a ele para o acesso ao conteúdo do dito website offline, convenientemente denominado GearsMonkey.
Isso me levou a pensar em duas coisas. Primeiro, quão complexo seria juntar o GearsMonkey com outras peças do quebra-cabeças que o Mozilla Labs está desenvolvendo, como o Joey ou o Prism, e começar a fechar o vão que existe entre desktop, web e mobile?
Segundo, quanto tempo vai demorar para se iniciar a discussão sobre a propriedade intelectual de cada página cacheada e acessada offline por soluções desse tipo, levando em consideração conceitos charmosos como magnetização/rentabilização de conteúdo, respeito ao licenciamento do conteúdo cacheado e o bloqueio a ferramentas que permitem esse tipo de funcionalidade.
Aliás, quem votou contra Javascript na última enquete sobre a linguagem quente para os próximos cinco anos?
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