All-nighters
De todas as coisas charmosas, glamourosas e que constroem caráter da vida de um consultor — e, porque não, de um ser humano — a que menos me atrai é puxar all-nighters.
A ironia é que, nos distantes tempos de faculdade, a minha opinião sobre all-nighters era exatamente inversa. Não que eu esperava ou provocava um, mas achava o máximo quando tinha que passar a noite acordado para fazer algum trabalho ou estudar para alguma prova.
E, intuitivamente, seguia muitas das dicas que eu achei a 30 segundos atrás via Google ou via Lifehacker.
Com excessão da “Don’t surf the web, do your work”.
