Frustração
Tirei a manhã de hoje para fazer algo que queria a algum tempo. Juntar as peças perdidas de algumas máquinas antigas (meu velho 486 e o pentium2 da minha irmã que já rodou a família inteira) e por para funcionar novamente.
Entre as peças, um HD de 360 Mb e um leitor de disquetes de 5 1/4 pol.
Separei um CD com o OS/2 Warp 4, um Gentoo (jen-tu) 2007.0 minimal e FreeDOS 1.0. O plano era colocar o OS/2 para revisitar ele, fuçar um pouco, recuperar alguns discos de 720Kb (double density!) e ir para o Gentoo, fazer da máquina um servidorzinho, sei lá.
O FreeDOS era o plano “B”. Colocar o FreeDOS e entupir ele como toda a coleção de abandonware que eu tenho, graças a anos de busca incansável, bittorrent/limewire/emule, paciência e uns 2 giga para armazenar algumas centenas de programas de 100kb a 3Mb que faziam apenas o que deviam fazer.
Resgatei meu segundo (ou primeiro, não lembro) monitor, um Samsung 15 polegadas, que funciona muito bem até hoje (tem gente que me pergunta o porque eu só uso monitor Samsung, essa é a resposta). O meu primeiro teclado — mesmo. Cabos aos montes. E parti para 4h de pura aventura, excitação e um monte de detalhes que a molecada que faz casemod hoje sequer imagina.
Que resultou precisamente em nada.
Não me dei por vencido, só irritado por não ter conseguido. E frustrado. Mas é só uma batalha. A guerra ainda será minha.
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