SOA
Muito se fala sobre SOA hoje no mercado nacional e internacional. É um assunto que vem desde 2004 ganhando momento e parece que chegou em seu auge.
SOA, para mim — um cara técnico e que tem um relacionamento romântico com tecnologia — nada mais é do que o amadurecimento desse adolescente pentelho chamado TI.
Sim. TI chegou na sua juventude. Passou por várias coisas e finalmente podemos dizer que tem um mínimo de bagagem nas coisas. Um mínimo, obtido através das últimas décadas.
Para mim não resta dúvida que SOA — e aqui eu peço que se compreenda SOA pela sua proposta técnica, única e exclusivamente, conversaremos sobre a parte marketing em um dia que eu estiver azedo — é um reflexo desse amadurecimento.
Baixo acoplamento. Interfaces padronizadas. Interoperabilidade. Plataforma de sistemas distribuída.
O motivo para levar essas idéias adiante não é apenas modismos ou “a revolução da internet” (como eu já ouvi falarem). Esse tipo de conceito tecnológico tem como uma das principais facilitar a elaboração e adoção de novas tecnologias, além da evolução da existente (dependendo do caso, claro).
Todo mundo com um neurônio sabe que a tecnologia muda mais rápido que humor de adolescente, e que se investe milhões com tecnologia todos os anos. E não são só as empresas. Se vc contabilizar todo mundo que troca de celular para ter o mais novo e tecnológico, verá que o gasto é similar ao das empresas.
O principal benefício que eu vejo em SOA, nesse conceito de se desenvolver arquiteturas distribuídas, cujo elemento atômico é um serviço — a menor unidade relevante para o negócio a ser tratado — é que cria uma arquitetura que é adaptável as mudanças tecnológicas.
Deixa-se de lado a mentalidade de que o novo supercede o velho e adota-se uma em que o novo complementa o velho. E como esse tipo de idéia só chega ao senso comum depois umas boas décadas mantendo legados completamente obsoletos e medo na adoção de novas tecnologias, eu entendo isso como amadurecimento.
Mudança não deve ser não tida como o demônio. Principalmente em tecnologia. O que deve ser construído daqui para frente tem que ser capaz de suportar a mudança. É isso o que eu entendo por SOA.
Principalmente no mercado corporativo, diga-se de passagem, porque o mundo externo é bem mais flexível,
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Pingback de ROA » LSDR.net - 12.08.07 @ 17h39 #
[…] que sempre o termo SOA — Service-Oriented Architecture. Isso porque acredito que o termo, em sua proposição original, continha um conjunto de idéias com as quais […]
Pingback de Pé Frio » LSDR.net - 29.11.07 @ 22h39 #
[…] partir de segunda-feira, então, voltarei a programação normal. Acho. acessibilidade • business • vida 02.06.07 @ 01:02 • 2 […]