Tags (toscas) no amaroK
Mantendo o ritmo alucinante (?) de gambiarras, eu posto aqui “the” solução tosca para fazer o sensacional amaroK funcionar em um esquema de pseudo-tags.
A tal da folksonomia é realmente interessante no que tange música. Ainda mais em um player como o amaroK, que permite a criação de playlists dinamicas (o iTunes faz isso tb, mas eu não conheço — por ignorância mesmo — outro que faça) e, se fosse possÃvel colocar tags nas músicas, daria para fazer misturas bastante interessantes.
E foi isso que me motivou a fazer a seguinte tosqueira. Eu não estava satisfeito por criar listas baseadas no meu humor, score das músicas e número de vezes que cada uma tocou. Eu queria mais.
Logo reparei que o amaroK lê o “gênero” da música palavra por palavra. Em outras palavras, uma música cujo gênero seja “Blues Rock” será interpretado como “Blues” e “Rock”. Ao criar uma playlist de “Blues”, o artista/música cujo gênero seja “Blues Rock” vai ser adicionado na playlist.
Hmmm.
Conclusão: Primeiro eu alterei os gêneros de todas as minhas músicas (agradeço ao Easy Tag pelo esforço poupado) para coisas mais complexas, como “Blues Classic Rock Guitar” ou “80s Disco Bailinho” (*sigh*, estava no meio da minha primeira década de vida quando Flash Dance, Dirty Dancing e outras *cof* pelÃculas *cof* estavam em cartaz e fazendo sucesso. Eu fui uma vÃtima das estroboscópicas e danças da vassoura, juro!).
Segundo, criei playlists que buscam por termos especÃficos (como se buscassem por tags), tais como “Blues”, “Rock”, “Soul”, “Bailinho”, “Guitar”, em conjunto com frescuras do tipo, só tocar as que tem maior score (vc já deve ter uma idéia). E pronto. Tão baba que eu sequer me dei o trabalho de tirar screenshots.
Repliquei a brincadeira no notebook de trabalho (que está com o Dapper e eu estou adorando) e agora ouvir música no meu computador ficou uma delÃcia. Nada mais de ficar montando meus queues, nada de ficar carregando playlists aqui e ali ou sequer criando elas estaticamente.
Ã? ridÃculo de tosco. Funciona melhor que Viagra. O lado negativo é que o MusicBrainz tem que ficar sossegado, senão ele altera do id3 de cada música e vira a quizomba do boi lelê.
PS1.: Eu sei que o iTunes é capaz de fazer algo similar e provavelmente inserir isso no iPod. Aliás, são por coisinhas assim que eu estou louco por um.
PS2.: Nota mental, ler os specs do id3. Parece interessante.
PS3.: Se vc não tem o amaroK, um simples emerge amarok (Gentoo) ou apt-get install amarok (Ubuntu) deve ser suficiente.
